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O Thales da gente

Thales sem a gente é sem “h”

A vida sem beleza é só letra com som,

a fonética da mesmice

É o que se diz que todo mundo diz

O Thales da gente é com “h”.

É o que se vê e a boca não fala,

só abre, calada e feliz

É o “h” do Thales,

Letra sem fonema, beleza indizível.

Lá em casa é assim,

a gente tem essa mania de inventar

A gente vive inventando beleza

Tá tudo bom, tudo já bonito.

Mas a gente inventa um “h”

Éramos eu e ela,

Afeto sem feto.

Tanta gente e só a gente.

E a gente inventou a Clara,

Inventou a ternura no que já era delicadeza.

Éramos eu, Bete e Clara

E não faltava mais nada.

E a gente inventou a Gabriela,

Inventou a alegria no que já era felicidade.

Éramos eu, Bete, Cacá e Bibi

E gente inventou o Thales,

Inventou o amor no que já era… amor mesmo,

inventou o “h” do Thales.

É isso o que o Thales é,

Invenção de beleza.

É isso o que a gente é,

O “h” do Thales

Elienai, o phai do Thales.

  ABC e festa junina 003

27 de janeiro de 2005, algum tempo depois das 8:51 h. do dia 25/01, quando o Thales conheceu a luz. Madrugada, entre um choro e outro, Maternidade do Hospital São Luiz, São Paulo.

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